Porque é que as frutas escurecem depois de cortadas?

fevereiro 26, 2011

Quando o oxigénio entra em contacto com essas frutas ele reage com uma substância delas e escurece-as, ou oxida como dizem os químicos. Mas isso não quer dizer que as frutas fiquem estragadas.

Para retardar essa oxidação, quando cortares ou descascares essas frutas podes regá-las com limão. O ácido do limão ou da laranja pode fazer com que as frutas demorem a ficar escuras porque o ácido é um anti-oxidante.


Porque é que as pipocas rebentam?

julho 20, 2010

O grão de pipoca contém água no seu interior. A explosão da pipoca não é nada mais do que a expansão do vapor de água dentro do grão. Sabe-se que muito antes de Colombo descobrir a América, os índios do norte do continente americano já comiam pipocas.

Eles começaram a fazê-las com a espiga inteira colocada num espeto e levada ao fogo. Depois, passaram a deitar o grãos soltos directamente para o fogo. Outro modo era cozinhar o milho numa panela de barro cheia de areia quente.

                                              Autor desconhecido


Os Seis Medos

julho 4, 2009

Pois bem, esses Seis Medos são os que temos que lutar DIARIAMENTE para que possamos viver em paz. Nem sempre é fácil lutar contra eles, uma vez que eles aparecem em nossas vidas sem que nós tenhamos os convidado e, no mais da vezes, nos pegam de surpresa.

Portanto, jamais entregue os pontos quando algo na tua vida não der certo ou não ocorreu como o esperado. Não entregue os pontos e, tenha em mente seus objetivos.

Esses são os seis medos:

POBREZA - Medo de ficar pobre, de piorar de condição, de privar-se de certas coisas

DOENÇA - Medo de ficar doente, de não recuperar-se, de depender de outrem;

VELHICE - Medo de ficar velho, dar trabalho pros outros, ficar dependente da boa vontade de filhos, parentes e amigos;

MORTE - Esse é o pior medo, pois temos certeza que ela virá. A Morte é o preço da Vida. Nos mostra que não somos nada diante do Universo e da Lei Divina.

CRÍTICA – Críticas acontecem a todos instantes, só depende de você saber escutá-las quando importantes ou descartá-las quando desnecessárias. Ninguém é perfeito.

PERDER O AMOR DE ALGUÉM – Este, na minha opinião, é o mais cruel de todos. Cruel por envolver sentimentos como saudade, baixa auto-estima, sentimento de impotência, tristeza, AMOR e, por fim, fracasso. De todos os medos, este é o que mais inquieta os corações de quem AMA alguém de VERDADE. Mais do que ligado à mente, este medo está ligado diretamente ao coração.

Apesar de muitos dizerem que sentimentos estão ligados ao nosso cérebro, tenho pra mim que, na verdade, quem controla os sentimentos é o nosso coração, principalmente o sentimento amor. Perder alguém dá dor de cabeça ou dor no coração? O Coração bate forte, descompassado, imprimindo o ritmo do medo a cada batida. Você tenta doutrinar a tua mente para que não fique assim, mas o coração não obedece, parece que tem vida própria. E na minha opinião, tem vida própria sim! O coração é realmente uma máquina incrível.

Enquanto o cérebro acumula as lembranças, o coração guarda as emoções, sentimentos, carinho, afeto e o AMOR. Creio que este seja o único dos seis medos aqui citados que aloja-se no coração, e não na nossa mente. Portanto, caso você esteja enfrentando este medo, creio que de nada lhe adiantará tentar doutrinar a sua cabeça, o seu cérebro para superá-lo, pois, tenho pra mim que o problema está bem no meio do teu peito, no teu CORAÇÃO.


Aprendendo com os Leões

julho 2, 2009

De acordo com as observações de Norman Carr, guarda de caça no Parque Nacional de Kafue, norte da Rodésia (África), os leões formam grupos de 15 a 45 semelhantes de diversas idades. São liderados por um macho que se impõe vencendo seus companheiros pela luta.

O macho líder é responsável pela manutenção da estrutura do grupo e pela coordenação das ações de caça aos outros mamíferos de médio e grande porte (antílopes, búfalos, gnús, zebras, etc.). Quase sempre, a caça é o resultado de uma ação planejada e levada a efeito por um grupo de várias leoas e o leão líder.

Norman relata que por várias vezes observou um leão líder postar-se imóvel tendo o vento seguindo dela para um grupo de antílopes reunidos pastando na savana. Sua presença, notada pelos antílopes, tinha a função de distraí-los do cerco preparado por mais de uma dezena de leoas formando cuidadosamente um círculo e vindo pelo lado oposto, sem serem percebidas por causa da direção do vento. No momento certo o leão salta em direção aos antílopes que assustados correm desordenadamente em direção às leoas que freqüentemente conseguiam caçar até dois animais.

Norman conta ainda que as fêmeas grávidas têm seus filhotes (geralmente dois) cerca de três meses e meio depois de fertilizadas. Próximo do momento do parto, a fêmea procura uma fêmea que já não esteja em idade de ter filhos ou uma jovem solteira (freqüentemente uma filha sua já adulta) para ajudá-la no parto e nos primeiros meses após o nascimento da nova ninhada. A função da “madrinha”, como chamam os massai (tribo de naturais que convive com os grupos de leões nas savanas africanas), é a de proteger a parturiente de ataques de animais (hienas, grandes aves de rapina e outros carnívoros) e ajudar a prover o grupo de alimento.

Nos primeiros três meses de vida os filhotes são mantidos escondidos em pequenas cavernas ou fendas de maciços rochosos. A mãe e a madrinha caçam em dupla para alimentar os filhotes. Sabe-se de casos em que as fêmeas chegam a carregar antílopes com até 150 kg por mais de 2 km para alimentar as crias.

Passado este período, os filhotes são apropriadamente “apresentados” para o grupo principal conduzidos pela mãe como que numa verdadeira “cerimônia de integração” dos novos membros. A não observância deste cuidado por parte da mãe, pode custa a vida dos pequenos, que são imediatamente devorados pelos machos do grupo.

Uma vez aceitos como “amigos e membros do grupo”, passam a usufruir da dedicação e lealdade do grupo todo. Caso a fêmea mãe venha a morrer, outras fêmeas assumem automaticamente a função de “madrinhas” dos órfãos, passando a cuidar dos pequenos como se fossem seus próprios rebentos, protegendo-os, inclusive, do ataque de machos que freqüentemente irritam-se com a presença de jovens animais.

                                                                        Eduardo Kat


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