O que é anciedade?

agosto 4, 2010

Ansiedade:  Estado Emocional angustiante acompanhado de alterações somaticas, respiratorias, cardíacas , etc. Em que se preevêm situações desagradaveis, reias ou não.

A Ansiedade é doença?

A ansiedade não é patológica. Tal como sucede com os impulsos instintivos de fome, sede e sexo, a ansiedade tem um limiar ótimo para o funcionamento harmônico da pessoa.

O que se pode considerar patológico são os casos em que se verifica quer uma ausência total de ansiedade, quer uma ansiedade excessiva, inadequada e desproporcionada face às situações.

Os estados de ansiedade diferenciam-se das situações de medo devido ao fato de, nos primeiros, não existir um estímulo exterior apropriado e consciente capaz de explicar as emoções sentidas.

A ansiedade pode definir-se como resposta do indíviduo a um perigo que o ameaça a partir do seu próprio interior, na forma de um impulso inconsciente que se apresenta como capaz de escapar ao seu controle. A ansiedade pode estar ligada a um objeto ou atividade que se evita (fobia), ou ser desligada (ansiedade generalizada).
 
Sintomas:

Alguns sintomas físicos:

palpitações, pontadas ou sensação de opressão no peito;
alterações respiratórias (falta de ar e/ou sensação de asfixia);
cãibras ou espasmos musculares;
sintomas gastrintestinais, como enfartamento, náuseas e secura da boca, alterações do apetite;
palidez, suores, desmaios.

Alguns sintomas psíquicos:

impressão que algo de mal possa ocorrer (ficar doente, perder o autocontrole, etc.);

despersonalização e/ou desrealização;
a atenção dispersa-se, a memória torna-se pobre e o pensamento torna-se lento.

Tratamento:

Se a ansiedade inflige sofrimento ao próprio e perturba as atividades quotidianas é aconselhável procurar ajuda médica.

Atualmente a ansiedade é a doença da esfera psíquica mais comum para a qual existem tratamentos eficazes.

IMPORTANTE

 Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.

                                                              Autor desconhecido


Quais são os sinais e sintomas de depressão?

março 18, 2010

Quais são os sinais e sintomas de depressão

Pessoas com depressão não experimentam todas os mesmos sintomas. A gravidade, freqüência e duração dos sintomas variam de acordo com o indivíduo e sua doença depressiva em particular.

Os sintomas de depressão incluem:
* Tristeza persistente, ansiedade e sentimento de “vazio”.
* Pessimismo e falta de esperança.
* Sentimento de culpa, inutilidade e desamparo.
* Falta de interesse em atividades que antes eram prazerosas, incluindo sexo.
* Fadiga e falta de energia.
* Dificuldade de concentração, de lembrar detalhes, e de tomar decisões.
* Insônia ou sono excessivo.
* Comer demais ou ter falta de apetite.
* Pensamentos suicidas, e tentativas de suicídio.
* Dores persistentes, dor de cabeça, cólicas ou problemas digestivos que não melhoram com tratamento.

Causas de depressão

Não há uma causa única para depressão. Ao invés disso, a depressão é resultado de várias causas com combinação de fatores genéticos, bioquímicos, ambientais e psicológicos.

Pesquisas indicam que doenças depressivas são transtornos cerebrais. Tecnologias de imagem do cérebro, como ressonância magnética, têm mostrado que o cérebro da pessoa com depressão parece diferente. As partes do cérebro responsáveis por regular o humor, pensamento, apetite e comportamento parecem funcionar anormalmente.

Adicionalmente, importantes neurotransmissores (químicos que as células cerebrais usam para se comunicar) parecem desequilibrados. Porém, as imagens não revelam as causas da depressão.

Alguns tipos de depressão tendem a ocorrer em membros da mesma família, sugerindo relação genética. Porém, depressão também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar de transtornos depressivos.

Pesquisas genéticas indicam que o risco de depressão resulta de influência de múltiplos genes agindo em conjunto com o ambiente ou outros fatores.

Adicionalmente, trauma, perda de pessoa querida, dificuldade de relacionamento, ou situação estressante podem engatilhar episódio de depressão. Episódios subseqüentes de depressão podem ocorrer com ou sem o gatilho.

                                                                      Autor Desconhecido


O que é a síndrome do pânico?

março 14, 2010

Quando a pessoa tem síndrome do pânico, também conhecida com transtorno do pânico, ela sente-se aterrorizada subitamente sem nenhuma razão. Durante um ataque de pânico a pessoa pode ter sensações físicas atemorizantes como batimento cardíaco rápido, problema para respirar ou tontura.

Ataques de pânico podem ocorrer a qualquer momento e lugar, sem alerta. Muitas vezes ataques de pânico acontecem em lojas, multidões ou em viagem. A pessoa com síndrome do pânico pode viver com medo constante de que um ataque ocorra, e pode evitar lugares onde já teve ataques. Para algumas pessoas o medo domina a vida e são incapazes de sair de casa.

Ataques de pânico não são muito longos, porém são tão aterrorizantes que parecem durar para sempre. Quando começa a síndrome do pânico e quanto tempo pode durar? A síndrome do pânico geralmente começa na juventude, entre 18 e 24 anos de idade. Algumas vezes a síndrome do pânico começa quando a pessoa está sob forte estresse, por exemplo depois da morte de uma pessoa amada ou depois de ter um bebê.

Qualquer pessoa pode ter síndrome do pânico, porém há mais mulheres do que homens com esse transtorno. Algumas vezes a síndrome do pânico costuma aparecer em membros da mesma família. A síndrome do pânico pode durar de alguns meses até muitos anos.

O que fazer se você tem síndrome do pânico Se você tem síndrome do pânico: * Converse com seu médico sobre seu medo e ataques de pânico. Conte a ele se os ataques de pânico o impediram de realizar atividades cotidianas. Peça ao seu médico um check-up para certificar que não tem alguma outra doença.

* Pergunte ao seu médico se ele já ajudou outras pessoas com síndrome do pânico. Treinamento especial ajuda os médicos a tratar pessoas com síndrome do pânico. Se o seu médico não tem tratamento especial, pergunte por outro que tenha.

                                                         Autor desconhecido


O que é a síndrome das pernas inquietas?

março 14, 2010

A síndrome das pernas inquietas é uma desordem sensorial que causa na pessoa uma necessidade incontrolável de mover as pernas. Essa necessidade de mover as pernas é devida a sensações incômodas que ocorrem ao ficar quieto. Mover as pernas melhora essas sensações, mas somente por um tempo. As sensações incômodas também podem ocorrer nos braços.

 Efeitos da síndrome das pernas inquietas

A síndrome das pernas inquietas pode tornar difícil cair no sono e se manter dormindo. Pessoas com síndrome das pernas inquietas não têm sono suficiente e podem sentir-se cansadas e sonolentas durante o dia, o que tornar difícil a concentração, trabalho, estudo, e atividades sociais e cotidianas. Não ter sono suficiente também pode fazer com que a pessoas sinta-se deprimida ou com mau humor.

Tipos de síndrome das pernas inquietas

Há dois tipos de síndrome das pernas inquietas:

* Síndrome das pernas inquietas primária. Esse é o tipo mais comum, também chamado de síndrome das pernas inquietas idiopática. A síndrome das pernas inquietas primária, uma vez que aparece, geralmente torna-se uma condição para toda a vida. Com o passar do tempo os sintomas tendem a piorar e ocorrem mais freqüentemente, especialmente se a síndrome das pernas inquietas primária começar quando a pessoa é jovem. Em casos leves, pode haver grandes períodos sem sintomas, ou os sintomas podem durar um tempo limitado.

* Síndrome das pernas inquietas secundária. Esse tipo é causado por outra doença ou condição médica, e algumas vezes por certos medicamentos. Os sintomas geralmente desaparecem quando a pessoa fica boa ou melhor da doença ou condição médica, ou quando pára de tomar o medicamento que causou a síndrome das pernas inquietas.

 Causas da síndrome das pernas inquietas primária

Nos casos de síndrome das pernas inquietas primária a causa não pode ser encontrada. Porém, é sabido que a síndrome das pernas inquietas primária tende a acontecer em membros da mesma família, o que sugere que há um componente genético na probabilidade de sofrer dessa condição.

 Causas da síndrome das pernas inquietas secundária

A síndrome das pernas inquietas secundária é causada por certos medicamentos ou por outra doença ou condição médica. Algumas doenças e condições médicas que podem causar a síndrome das pernas inquietas secundária são:

* Deficiência de ferro, com ou sem anemia.
* Falha nos rins.
* Diabetes.
* Mal de Parkinson.
* Danos ao nervos das mãos ou pés.
* Artrite reumatóide.
* Gravidez.

A síndrome das pernas inquietas secundária é comum em mulheres grávidas, ocorrendo nos últimos 3 meses de gravidez e geralmente melhorando ou desaparecendo em algumas semanas depois do parto. Porém, algumas mulheres podem continuar a ter os sintomas depois do parto ou desenvolver síndrome das pernas inquietas de novo mais tarde.

 Causas da síndrome das pernas inquietas secundária

A síndrome das pernas inquietas secundária é causada por certos medicamentos ou por outra doença ou condição médica. Algumas doenças e condições médicas que podem causar a síndrome das pernas inquietas secundária são:

* Deficiência de ferro, com ou sem anemia.
* Falha nos rins.
* Diabetes.
* Mal de Parkinson.
* Danos ao nervos das mãos ou pés.
* Artrite reumatóide.
* Gravidez.

A síndrome das pernas inquietas secundária é comum em mulheres grávidas, ocorrendo nos últimos 3 meses de gravidez e geralmente melhorando ou desaparecendo em algumas semanas depois do parto. Porém, algumas mulheres podem continuar a ter os sintomas depois do parto ou desenvolver síndrome das pernas inquietas de novo mais tarde.

 Tratamento da síndrome das pernas inquietas

O tratamento da síndrome das pernas inquietas visa aliviar os sintomas, melhorar a qualidade do sono e tratar ou corrigir a condição que pode estar causando a síndrome. Os tipos de tratamento incluem mudanças de hábitos e/ou medicamentos. As mudanças de hábitos que podem aliviar os sintomas da síndrome das pernas inquietas são:

* Evitar álcool, cafeína, fumo e alguns medicamentos (certos antidepressivos, remédios contra náusea, anti-psicóticos e anti-histaminas).
* Adotar bons hábitos de sono: manter o quarto quieto, escuro e confortável; usar o quarto para dormir e não para ver tv, usar computador e outras atividades; ir dormir e acordar nos mesmos horários.
* Seguir um programa de exercícios físicos moderados.

                                                                        Autor desconhecido


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